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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Google Chrome 16 - Para Linux

Versão 16
Já está disponível para download a mais nova versão estável do Google Chrome – a 16ª lançada pela gigante de Mountain View. A empresa mostra que não está para brincadeira e que pretende assumir de uma vez por todas a dianteira na corrida pela preferência dos usuários.

Como não poderia deixar de ser, o lançamento traz novidades no que diz respeito à velocidade de navegação, melhorias de interface e também em sincronia de dados. Além disso, houve algumas correções de bugs e falhas de segurança.

Sincronização

Com o lançamento da versão 16, além das correções de problemas anteriores, dois novos recursos foram adicionados ao Google Chrome: a sincronização de contas e a criação de usuários.
A ferramenta de sincronização possibilita que todos seus aplicativos, favoritos e senhas gravadas no Chrome acompanhem você em qualquer dispositivo: basta fazer o login para usufruir das suas configurações personalizadas (opção “Fazer login em Chrome...”).
Para evitar que as configurações de sua conta sejam alteradas por pessoas com quem você compartilha um computador, é possível criar diferentes usuários, tal como acontece no Windows. Um usuário tem suas próprias configurações, todavia, ele não é associado à conta conectada ao navegador (podendo ser acessado por quem quiser).
Login

Separação das páginas e programas

A principal mudança visual do Google Chrome é a separação entre “Mais Visitados” e “Aplicativos”.  Antes, tudo isso era organizado em uma só tela, com pouca diferenciação entre um e outro – o que acabava causando certa confusão para algumas pessoas.
Para melhorar a visualização desses recursos a Google resolveu buscar uma solução simples, porém muito eficiente: a separação. Agora, por meio de um controle localizado na parte inferior da tela (e setas que surgem nos lados quando você passa o mouse por cima) você é capaz de navegar por seções distintas, encontrando assim, sites mais visitados e programas em menus separados.
Além disso, você mesmo pode criar novos itens dentro desse menu, adicionando opções totalmente personalizadas ao seu estilo – uma espécie de nova categoria para classificação de favoritos, por exemplo. Para isso, basta arrastar alguma página (ou programa para Chrome) para dentro dessa barra e, em seguida, editar o nome como desejar.
Google Chrome 15

Cada vez mais rápido

Ano após ano, todos nós pudemos perceber como a equipe de desenvolvimento da Google coloca a velocidade de navegação como uma das grandes prioridades para o Chrome. E nesta versão isso continua a todo vapor.Google Chrome 15
O motor JavaScript do navegador (conhecido também como V8) recebeu atualizações, tornando sites que utilizam AJAX em seu código ainda mais rápidos.
Além disso, foram feitos também aprimoramentos nos recursos que exploram computadores que tenham placa de vídeo instalada.
Dessa forma, páginas e aplicativos para Chrome que usem a aceleração gráfica em 3D ganham em desempenho – e passam a contar também com recursos cada vez melhores para o desenvolvimento de serviços com gráficos mais complexos.

Sincronização com a sua conta Google

Um recurso que também já vinha sendo implementado aos poucos deve começar a ganhar destaque a partir desta versão: a sincronização dos dados e preferências do Chrome 16 com a sua conta Google.
Google Chrome 15
Agora você não precisa mais buscar essa ferramenta no menu Opções> Coisas Pessoais. Clicando diretamente no menu “Personalizar e controlar o Google Chrome” (ícone de uma chave inglesa) você já encontrará a opção “Configurar sincronização de Chrome...”.
Ali você é capaz de conectar a navegação ao seu perfil Google, vinculando a ele todas as suas preferências durante o uso do navegador. Dessa forma, quando logar utilizando o Chrome em outro navegador poderá carregar essas informações de maneira bastante prática.
Google Chrome 15

Erros e segurança

Como sempre acontece em cada lançamento de versão estável para Google Chrome, a companhia anunciou uma lista com correções de bugs e erros diversos, além de consertos em brechas de segurança, tudo para deixar a navegação mais segura e confiável.

Nova Web Store

A Google também remodelou totalmente a sua loja de aplicativos. O recurso conta agora com um design muito mais limpo, além de apresentar melhorias na lista de aplicativos e a adição de botões para instalação rápida de softwares.

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Wine 1.3.32 - de windows para linux


Rode programas do Microsoft Windows no Linux! Isso mesmo, com o Wine, você pode simular uma plataforma Windows no seu computador e executar programas nela.

O WINE funciona como uma camada (semelhante a um emulador) que expõe uma API (Interface de programação de aplicativos) compatível com a do Windows e, ao serem executadas as diferentes funções (para que os programas sejam corretamentes interpretados pelo sistema operacional), o Wine irá traduzi-las para rotinas em UNIX cujo resultado seja idêntico ao obtido no Microsoft Windows.

Wine não é um emulador!
wine interface O nome WINE é um acrônimo para Wine Is Not an Emulator (Wine não é um emulador) e esse é um erro comum, uma vez que esse programa não “emula o Windows” e sim “simula um Windows”.
Para quem não entende muito do assunto, falando-se do ambiente de programação, o Wine pode parecer um tanto quanto estranho ou sem sentido, mas funciona. E muito bem! É estável e surpreende pelo fato de programas em execução serem praticamente idênticos à versão do mesmo no Windows. Alguns jogos também surpreendem na execução e na boa performance.
Alguns programas mais complexos podem não funcionar com o Wine, portanto, quanto mais simples e menos acessos diretos a hardware, mais chances ele tem de executar bem. Alguns exemplos de programas complexos suportados pelo Wine são: Adobe Photoshop, Filezila, Adobe Flash, Microsoft Office, Microsoft Internet Explorer, mIRC e uTorrent.

Engenharia Reversa
 Os projetos do Wine iniciaram-se em 1994, com o intuito simples de conseguir usar programas desenvolvidos para Windows no Linux, mas os desenvolvedores do projeto tiveram problemas para implementá-lo, pois precisavam fazer, de certa forma, a engenharia reversa do Windows, o que mostrou-se um grande problema, uma vez que foram encontrados “bugs obscuros” que dificultavam o estudo e compreensão das suas funcionalidades para poder simula-lo. Hoje, o Wine possui versões para outros sistemas operacionais como Mac OS X, FreeBSD e Solaris.
A Microsoft nunca se pronunciou publicamente para falar sobre esse simulador. Entretanto, o Microsoft Update bloqueou atualizações de aplicativos que estavam contidos no desenvolvimento do Wine. Em uma pesquisa feita esse ano com 38 mil usuários Linux, mais de 30% afirmaram usá-lo para rodar aplicações Windows.

Configurando
O Wine pode ser configurado em modo gráfico digitando winecfg em um terminal qualquer ou clicando em “Configure Wine” localizado na pasta onde ele foi colocado no menu inicial. Com essa opção, você não precisa ficar editando arquivos texto e ficar se chateando para encontrá-los.

Compatibilidade:

 É capaz de simular Windows 9x/NT/2000/XP, Windows 3.x além de programas e bibliotecas DOS. Possui um layout de memória compatível com Win32.
Base para gráficos X11 que permite um display remoto em qualquer terminal X, suporte a DirectX para jogos (limitado), suporte a jogos e aplicações baseados em OpenGL, suporte a dispositivos de som via ALSA, OSS, ARTS, JACK, libaudio e outros, modems e dispositivos seriais, redes (TCP/IP e IPX), scanners ASPI. Tudo isso e muito mais!

Procedimentos de Instalação:

Antes de tudo você deve instalá-lo. Ele funciona muito bem em qualquer distribuição. O Wine roda geralmente melhor no Gentoo (http://www.gentoo.org/) porque ele é desenvolvido nesse sistema.
A instalação é bem fácil, basta clicar duas vezes no pacote .DEB baixado ou então convertê-lo para um formato compatível com sua distribuição Linux com o Alien.

Outra opção é instalar o software a partir de seu código-fonte. Para este procedimento, dê um duplo-clique no arquivo .TAR.BZ2 e descompacte-o em uma pasta de sua preferência. Através de um terminal, acesse a pasta onde o conteúdo do arquivo foi descompactado e, com os seguintes comandos, entre na pasta “tools” e instale o programa:
$ cd tools
$ ./wineinstall

Utilização

O Wine "simula" um Windows. Esqueça seu Windows antigo. É como se você tivesse agora um novo Windows. Tudo começa do zero e você precisa começar a instalar novamente os programas. Vá até o diretório com o instalador do seu programa (deve montar o CD-ROM provavelmente) e tente:
$ wine SETUP.EXE
Troque "SETUP.EXE" pelo nome correto do instalador (lembre-se que o Linux é sensível a caixa alta/baixa) e use TAB para completar nomes complicados. Os arquivos instalados ficarão no seu "Windows virtual". O HD principal desse Windows (o famoso C:) pode ser configurado com o comando:
$ winecfg
Na aba "Drives". Lembre-se que quando você instalou seu Wine, ele já criou alguns "arquivos básicos" do tal "Windows virtual", portanto, se for mudar a localização por exe,plo: mudando para “/usr/share/wine/drive_c” o drive_c fica compartilhado com todos os usuários do computador) é melhor que mova o conteúdo do local original ou que crie um link simbólico com o comando:
$ ln -s /origem /destino
Algumas vezes, quando instalamos um programa com o Wine, ele automaticamente cria ícones e organiza de maneira igual é feita no Windows. Mas, as vezes isso não acontece. Para esses casos, existe um "emulador de explorer" para facilitar a sua vida. Execute:
$ winefile
Procure o arquivo que quer executar e execute-o clicando duas vezes sobre ele. Há uma outra alternativa interessante para executar algo instalado: pelo terminal do Linux, vá até o diretório que escolheu para ser seu "drive C virtual" (o padrão é “~/.wine/drive_c”), navegue até encontrar o arquivo executável e digite:
$ wine nome-do-arquivo-executavel.exe
E pronto!

Cuidado

Se os comandos acima não funcionarem, dependendo de como você configurou a localização do "drive_c" virtual, é necessário rodar os comandos como root. Para isso, utilize o comando "sudo" antes dos comandos a serem executados, ou entre com "su" no terminal.

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

AVG Anti-Virus Free Edition 2011 - Para Linux


O AVG é um excelente antivírus, gratuito para uso doméstico. Possui atualizações via web, vasculha o seu micro em busca de arquivos prejudiciais, conta com proteção de e-mails
, downloads infectados e ainda tem um sistema que já foi aprovado por inúmeros laboratórios independentes — o Virus Stalker — que é capaz de identificar e remover uma grande quantidade de vírus.
Este anti-vírus apresenta uma GUI (interface gráfica) muito simples e intuitiva, facilitando o seu uso para todos os usuários e é desenvolvido pela Grisoft, empresa que se dedicou a programas especializados na proteção de computadores com relação aos códigos móveis maliciosos.
Recursos também inclusos na versão gratuita:
- Atualizações automáticas, pela internet, em arquivos pequenos.
- Consumo reduzido de recursos do sistema, usando pouca memória na operação.
- Verificação contra vírus sob demanda.
- Testes completos manuais, agendados pelo usuário.
- Amplos níveis de detecção, baseados em análise heurística, detecção genérica e verificação de integridade de arquivos.
- Compatibilidade com as principais distribuições Linux.

Procedimentos de instalação

Você pode optar por baixar qualquer um dos arquivos disponíveis para download. A instalação é muito simples quando você seleciona um pacote compatível com sua distribuição Linux. Tente .DEB para Ubuntu ou Debian e .RPM para Red-Hat ou Fedora.

Para: Linux
Tamanho: 138 MB

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WinRAR 4.0.1 - Para Linux

Ótimo compactador de arquivos, o Rar proporciona suporte completo para arquivos compactados com RAR e ZIP e ainda é capaz de descompactar muitas outras extensões como CAB, ARJ, LZH, TAR, GZ, ACE, UUE, BZ2, JAR, ISO, 7Z, Z.

Rar é a versão Linux do tão famoso Winrar disponível para Windows. Infelizmente não possui interface gráfica, isso quer dizer que só pode ser executado em modo texto. Mesmo assim mantém suas dezenas de opções para manipulação de arquivos.
Muito eficiente também ao compactar arquivos, facilitando a vida de quem tem problemas com “falta de espaço”. Entre suas principais funções, o programa descompacta arquivos e não só do formato RAR mas muitos outro também.
Esse não é um software livre, porém quando sua licença expira você pode continuar utilizando as funções básicas desse compactador (compactar e descompactar) sem precisar comprá-lo.

Procedimentos de instalação:

A instalação deste aplicativo em distribuições que suportam pacotes .DEB e possuem o instalador de pacotes GDebi é muito simples. Basta dar um duplo-clique no pacote e a instalação começa.

O usuário também pode e optar pelo arquivo executável, que não necessita instalação. É preciso apenas baixar o arquivo .TAR.GZ, descompactá-lo em uma pasta de sua preferência. Para executá-lo, através de um terminal, entre na pasta onde os arquivos foram descompactados e utilize os comandos “./rar” para compactar ou “./unrar” para descompactar.

Para: Linux
Tamanho: 830 KB

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Mozilla Firefox 8.0 Final - Para Linux

A nova versão já saiu!
Se alguém ainda reclamava da Mozilla pela demora em realizar novos lançamentos, agora precisa rever suas opiniões.
A fundação responsável pelo desenvolvimento do Firefox acaba de lançar oficialmente a oitava versão estável do aplicativo, sem muitas mudanças drásticas, mas com correções que pretendem deixar a navegação ainda mais rápida, prática e segura.
No que diz respeito ao visual, o novo Firefox segue praticamente intocado desde a sua quarta versão e tornou-se mais rápido na sétima. O foco da nova atualização está no gerenciamento das extensões. Agora, o navegador informa ao usuário que um complemento de terceiros será instalado e solicita a confirmação da tarefa. 
O novo Firefox também incluiu o mecanismo de não restaurar toda a sessão anterior, para um carregamento mais rápido, além de acrescentar o Twitter nos mecanismos de busca.

Gerenciamento de extensões

Como uma medida de segurança, o Firefox adotou uma nova forma para o gerenciamento das extensões instaladas. Embora o navegador possua uma série de complementos, nem todos são conhecidos e testados pela equipe da Mozilla. Agora, sempre que o browser encontra uma extensão de terceiros (como uma daquelas presentes em antivírus), ele pergunta o que deve ser feito.
Antes, esses complementos, especialmente quando vindos de aplicativos para a proteção do computador, eram simplesmente instalados e ativados. Da mesma forma, após atualizar para uma nova versão, o Firefox permite que você ative ou desabilite os complementos de forma independente, logo na primeira execução do navegador.
O Firefox também continua informando quais extensões podem não ter a compatibilidade adequada à nova versão.

Abrindo apenas uma aba

Embora essa seja uma função que já estivesse presente no Aurora, ela é novidade no Firefox estável propriamente dito. Agora, você pode configurar o navegador para carregar apenas a aba escolhida durante a inicialização e não restaurar todas as guias abertas na última seção. Isso aumenta a velocidade de carregamento do browser de maneira significativa.
Abrindo apenas uma aba!
Para ativar essa opção, clique no botão do Firefox, escolha a alternativa “Opções” e entre em “Opções”. Então, acesse a aba “Geral”. Logo no começo, ele pergunta o que deve ser aberto ao iniciar o Firefox. Apenas marque a guia “Só carregar abas ao selecionar”.

Motor de busca para o Twitter

Não há como negar que o Twitter é uma rede social que se expandiu rapidamente, conquistando diversos usuários. Pensando nisso, o Firefox resolveu incluir uma opção de busca voltada para a ferramenta. Por meio dela, você pode pesquisar uma palavra-chave que esteja presente em uma mensagem do Twitter.
Agora o Twitter entra no motor de busca
A alternativa está incluída nos mecanismos de busca. Para utilizá-la, basta digitar o termo em questão no campo de pesquisa e escolher a opção “Twitter” na caixa de seleção para a pesquisa.

Melhoria no uso de memória

A redução da carga no uso de memória RAM durante os processos sempre foi um dos pontos que pesaram negativamente contra o browser. Afinal, muitos usuários relatavam processos maiores do que 200 MB apenas para abertura de uma aba ou janela.
Essa era uma promessa antiga da Mozilla, uma vez que o excessivo consumo de memória é a principal queixa dos usuários do navegador. De acordo com os desenvolvedores, desde a versão 7, o Firefox usa uma quantidade entre 20% e 30% menor de memória do que as versões anteriores (6, 5 e 4). Ainda é afirmado qu,e por vezes, essa taxa pode atingir até 50%.
Um detalhe importante é que, mesmo que o browser fique aberto por horas, o uso de memória será contínuo.

Botão Firefox

No canto superior esquerdo, o navegador ganha o botão Firefox. A partir dele, é aberto um menu de contexto com acesso a diversas funções que, anteriormente, se apresentavam em na barra de ferramentas. Opções como “Nova aba” (também disponível pelo atalho Ctrl+T), “Nova janela” e “Abrir arquivo” podem ser encontradas neste menu.
Mozilla Firefox 7 Final.
Acesso à lista de sites “Favoritos”, “Histórico” de navegação, gerenciador de “Downloads” e “Complementos” não mais ficam disponíveis a um simples clique, mas todos estão organizados dentro desse menu, uma espécie de “Iniciar” dentro do navegador.

Abas de aplicativos

Uma das funções mais interessantes criadas pelo Firefox foi a introdução de complementos e add-ons para o navegador, característica que hoje parece indispensável para muitos usuários em qualquer browser que seja.
Aperfeiçoado, o acesso aos complementos agora é feito em uma nova aba. Para acessá-lo, basta ir ao menu Firefox > Complementos ou ainda digitar o comando “about:addons” na barra de endereços. O procedimento de instalação é o mesmo, mas, a partir de agora, não é mais necessário reiniciar o browser para que uma extensão entre em funcionamento.
Aba de aplicativos

Permaneça em sincronia

Para quem utiliza mais de um computador, manter o histórico de navegação, bem como as URLs favoritas acessíveis a partir de qualquer de lugar, até então, era uma tarefa que requeria o uso de uma extensão ou de serviços complementares, como uma conta de usuário da Google.
Para facilitar a vida de quem usa o sistema de sincronização do Firefox, a sétima versão aprimorou a sincronia entre as senhas do usuário e o Firefox Sync. Agora, modificações feitas são sincronizadas instantaneamente quando se utiliza o Firefox Sync.

Mais destaque para o domínio visitado

Uma característica visual nova do Firefox é o fato de ele dar destaque para o domínio visitado. Sua função é bem prática: facilitar a identificação de onde você realmente se encontra enquanto navega na web.
Mozilla Firefox 7 Final.

Panorama

O sistema Panorama, que permite uma visão mais ampla das abas abertas no browser e, consequentemente, melhor organização de todo o conteúdo, também recebeu algumas melhorias e agora, o navegador demora menos para abrir quando essa função está em uso.
Funciona assim: as páginas ocultas pela função Panorama só são carregadas quando você clica sobre elas; antes, todas as abas eram carregadas juntamente com a inicialização do navegador. Isso consumia boa parte da banda da internet e também recursos de arranque do Firefox. Para visualizar as abas pelo sistema Panorama, use o atalho Ctrl + Shift + E ou então o botão presente no canto superior direito da tela do navegador.
Mozilla Firefox 7 Final.

Gerenciador de permissões

Você usa vários serviços que demandam senha, portanto, usar a função de memorizar dados de login pode ser uma boa saída para não ter que guardar tudo isso na sua própria memória. Para isso, o Firefox conta com um gerenciador de permissões, e basta executar o comando “about:permissions” (sem aspas na barra de endereços) para acessá-lo.
Mozilla Firefox 7 Final.
Na aba que se abre, você define opções relacionadas às permissões, escolhendo se o navegador deve memorizar senhas, compartilhar localização, armazenar cookies, abrir janelas popup e preservar conteúdo offline. Além disso, é possível modificar manualmente cada uma das senhas já gravadas no Firefox.

WebM, HTML5, CSS3, SVG, WebGL...

Antigamente, bastava o nome de um plugin para identificar todas as tecnologias compatíveis com o navegador. Hoje, é preciso ficar atento ao suporte disponível para diversas linhas de programação. A ausência de uma delas pode significar a morte prematura de um browser antes mesmo do seu lançamento.
Nesse quesito, o Mozilla Firefox está em dia com as últimas novidades. Além do suporte completo para HTML5, que proporciona recursos mais dinâmicos para a criação de páginas, e CSS3, que define folhas de estilo com mais transições e efeitos na web, há compatibilidade com SVG e WebM.
O Firefox também oferece suporte para animações (e transições) em CSS. Isso pode auxiliar muito na hora de carregar esse tipo de arquivo de estilo, coisa que antes poderia simplesmente não funcionar ou, em casos mais extremos, até mesmo causar o travamento do navegador.
Mozilla Firefox 6
Já a SVG é uma tecnologia para definição de componentes gráficos vetoriais, aperfeiçoando o uso de imagens dinâmicas na rede. Por fim, o codec WebM funciona em parceria com o HTML, proporcionando taxas maiores de compressão em vídeos de alta qualidade.
Para que possa exibir gráficos em 3D com melhor qualidade e velocidade, o Firefox aprimorou os recursos de WebGL. A tecnologia trabalha em parceria com o HTML5 e conta com gerenciamento automático de memória.

Aceleração gráfica

Para melhorar o carregamento das páginas, algumas operações de processamento passam a ser feitas com auxílio da placa gráfica. Isso acontece graças à interface Direct2D, disponível nas versões mais recentes do Windows.
O recurso é desativado na configuração-padrão do programa, para evitar gastos maiores com energia elétrica, principalmente para usuários que utilizam o navegador em notebooks e não podem descuidar da carga de bateria.

Compatibilidade com multitouch

Muitos do tablets que chegam ao mercado virão com o Windows 7 como sistema operacional. Desde a versão 6, o Firefox conta com suporte para as versões multitouch, trazendo funções adicionais para o navegador.
Opções como cortes, redimensionamento de elementos, ajuste de zoom, giro de itens e empilhamento de imagens agora podem ser comandadas utilizando apenas a ponta dos dedos, um avanço necessário para a nova geração touchscreen de portáteis.

Teste de compatibilidade

Mozilla Firefox 7 Final.

Para : Linux
Tamanho: 15 MB
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Adobe Flash Player 11 - Para Linux

A Adobe finalmente liberou a versão final da 11ª edição do plugin mais utilizado na internet, o Adobe Flash Player. A principal novidade desta versão é a volta do suporte nativo aos sistemas operacionais de 64 bits, mas as melhorias não param por aí. Essa nova edição do programa traz uma série de vantagens para usuários e programadores, principalmente àqueles que ainda não estão confiantes no poderio do HTML5.

Atenção usuários do Chrome

O navegador da Google já vem com o Adobe Flash Player integrado e o plugin será atualizado automaticamente. Por isso, não precisa se preocupar, pois dentro dos próximos dias uma mensagem para fazer o upgrade da ferramenta deve aparecer no Chrome.

As melhorias

Aceleração gráfica 3D e o Stage 3D

Talvez uma das funcionalidades mais esperadas pelo usuário, a aceleração gráfica 3D do plugin da Adobe oferece melhor desempenho para aplicativos online em vários navegadores e sistemas operacionais.
Além disso, com o novo recurso para desenvolvimento de aplicativos 3D, o Adobe Flash Player 11 permite que desenvolvedores criem conteúdo com modelos tridimensionais. A renderização dos gráficos está melhor do que nunca: essa novidade permite também que o 3D seja utilizado com aceleração, evitando os habituais travamentos ocorridos por causa das modelagens pesadas.

Suporte a JPEG-XR

O Flash Player 11 oferece suporte total ao formato de imagem JPEG-XR, um tipo de arquivo para retratos que proporciona uma compressão melhor que o JPEG comum, porém a partir de uma qualidade de imagem maior e sem grandes perdas nos detalhes.

Suporte a bitmap de alta resolução

Objetos bitmap não estão mais limitados à resolução máxima de 16 megapixels ou à largura e altura de 8 pixels. Com isso, os desenvolvedores não precisam se preocupar em converter arquivos para outros formatos para que eles não apareçam distorcidos, é só usar o bitmap mesmo.

Suporte a compressão SWF de alta resolução

Os desenvolvedores agora podem tirar o máximo proveito do algoritmo de compressão LZMA em seus arquivos SWF. O LZMA pode reduzir o tamanho dos arquivos Flash, fazendo com que o tempo de carregamento seja menor, mas sem abrir mão da qualidade impecável do trabalho final.

Suporte a TLS Secure Sockets

Essa novidade será a mais comemorada pelos desenvolvedores. Com novos ambientes de segurança, o Adobe Flash Player 11 pode permitir que aplicativos de comunicação entre servidores e clientes sejam executados com maior segurança. Ou seja, com menos riscos de interceptação de informações.

Codificação H.264/AVC

Que tal reproduzir os vídeos do YouTube com qualidade muito superior à habitual? Isso será possível com a nova versão do Flash Player, pois ela traz suporte ao codec H.264, um dos mais potentes da atualidade. Além da melhor qualidade dos vídeos, esse recurso pode ser útil também para reduzir o tamanho dos filmes em alta definição.

Codecs G.711

Utilizando codecs G.711, o Adobe Flash Player 11 pode permitir que aplicativos de telefonia ofereçam melhores resultados para seus usuários. Comprimindo o áudio, é possível integrar funcionalidades de softwares de comunicação em ambientes online, dispensando a utilização de softwares adicionais.


Para: Linux
Tamanho: 6 MB


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aMSN - Para Linux

Tela de conversa do aMSN
Apesar da rede Windows Live ser da Microsoft, uma das grandes vilãs da informática segundo o mundo do código-livre, é inegável que muita gente utiliza esse sistema para conversar online.
Dessa forma, um cliente capaz de acessar a MSN Live e aproveitar todas as suas possibilidades é necessário, e o aMSN é uma das opções existentes na Central de Softwares do Ubuntu.
Emoticons, histórico de conversas, grupos de contatos e todas as funções esperadas de um cliente de mensagens instantâneas também estão presentes no aMSN. As conversas, por exemplo, podem ser agrupadas em uma única janela, dividida em abas.
O programa também conta com suporte para videoconferência, além de permitir a utilização de plugins criados pelos próprios usuários.
Seleção de temas para o aMSN
Além das funcionalidades extras proporcionadas pelos plugins, o visual do aMSN pode ser alterado através de temas (“skins”). A instalação padrão conta com três temas diferentes, sendo que outros estilos podem ser encontrados através do próprio aplicativo.
Quando conectado à Windows Live, o aMSN também informa em tempo real o estado da caixa de entrada do endereço hotmail correspondente, garantindo que você nunca perderá um email importante.

Para : Linux
tamanho: 13 MB

Download

Kurumin Linux 7.0



O Kurumin é talvez a distribuição Linux mais simpática e fácil de usar. Foi desenvolvida por Carlos E. Morimoto, é totalmente em português e roda direto do CD (não precisa de instalação). É claro que você precisa ter um gravador de CDs para gravar o Kurumim, caso contrário não adianta fazer o download.
O download do Kurumin é um pouco demorado. Se você preferir, adquira um CD com o programa em nossa loja: Clique aqui

Se quiser, você também pode instalar o Kurumin no computador. A instalação no HD é muito simples, já que o Hardware é detectado automaticamente durante a inicialização do sistema. A cópia dos arquivos demora menos de quatro minutos em um micro atual. Depois de instalado, o sistema se comporta exatamente da mesma maneira que ao rodar direto do CD, só que mais rápido.

O Kurumin já inclui drivers para modems (Lucent e Agere, PC-tel Onboard e alguns outros modelos), suporte a vários formatos de vídeo (incluindo Divx e Windows Media) e uma ferramenta para instalar suporte a Flash. Tudo isso é organizado de uma forma intuitiva, você não precisa ler o manual para usar.

Depois de instalar em seu HD, você tem acesso a mais um recurso exclusivo: os ícones mágicos que permitem instalar aplicativos adicionais, como o OpenOffice, Gimp, Mozilla, Java, Evolution e até mesmo o Kazaa, rodando via Wine! Ao clicar num dos ícones, os pacotes necessários são automaticamente baixados e instalados.



Tamanho: 603 MB


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Google Chrome 15 - Para Linux

A gigante Google acaba de liberar a versão final do Google Chrome 10. O navegador conta com novos recursos e teve uma série de falhas corrigidas. Está mais rápido, seguro e prático do que nunca.

Web Store

Desde o lançamento do Chrome OS, o sistema operacional nas nuvens da Google, a gigante da internet conta também com uma loja virtual em que vende e distribui aplicativos. Ali estão centralizados temas e extensões para navegador, bem como jogos e outros extras que incrementam o navegador.

Se o Google Chrome surpreendeu a todos por “inaugurar” uma nova era dos navegadores – na qual eles estão mais compactos, porém sem abandonar a funcionalidade, com a Chrome Web Store inova mais uma vez, trazendo para a área dos browsers uma ideia que faz bastante sucesso com dispositivos móveis como o iPhone/iPad/iPod Touch e a App Store da Apple.
O que já era simples (instalar extensões no Chrome) ficou ainda mais fácil com a Web Store. Agora você conta com tudo reunido em um único espaço, bem organizado e repleto de opções, por meio do qual você acessa os principais complementos e extras para um dos melhores navegadores existentes.

Suporte nativo a WebGL

Um novo conceito que traz a gráficos em 3D com aceleração via hardware, a WebGL está presente no novo Chrome. Se o Firefox foi o primeiro a iniciar os testes, o Google Chrome sai na frente e lança a primeira versão estável de um navegador com suporte a esta tecnologia sem a necessidade de nenhum outro complemento.
Isto significa que você pode experimentar vídeos em 3D dentro do seu navegador sem ter que instalar nenhum programa além do próprio Chrome. Na página www.chromeexperiments.com/webgl a Google disponibiliza uma série de exemplos do uso do WebGL que podem ser experimentados gratuitamente.

Chrome Instantâneo

Este novo recurso é semelhante à busca com resultados imediatos do Google, o Google Instant. Ele funciona assim: quando você começa a digitar o endereço de uma página visitada anteriormente, ela é carregada na aba. É um método realmente interessante e inovador que torna muito mais ágil o acesso a páginas de seu histórico.
Novo Google Chrome
Para ativar esta opção vá ao menu de personalização e configuração (cujo ícone é uma chave inglesa), depois vá em “Opções” e na guia “Básicas” habilite a opção “Ativar o Instantâneo para pesquisar e navegar mais rapidamente”.

PDF sem plugin

Agora você pode visualizar arquivos PDF dentro do Chrome sem a utilização de nenhum plugin. Sempre que clicar sobre um arquivo neste formato, ele é aberto automaticamente em uma nova aba, em um leitor próprio do navegador. Esta novidade torna mais rápido o carregamento deste tipo de arquivo, normalmente lento devido à utilização de complementos.

Erros corrigidos: mais segurança

Como não poderia deixar de ser, além de algumas novidades o Chrome 10 trouxe uma série de correções que visam melhorar a qualidade da navegação. As principais mudanças foram no quesito segurança, o que aumenta a compatibilidade do navegador com sites de bancos, por exemplo.

Conheça o navegador do Google

Sincronize sites favoritos

Outro aspecto interessante é a possibilidade de sincronizar os seus sites favoritos a partir do próprio navegador. Já na instalação do browser surge uma opção para importar favoritos e senhas dos outros navegadores disponíveis no seu computador.
Configurações de sincronização
Se os seus sites favoritos estão armazenados sob uma conta do Gmail, você pode importá-los para a barra de ferramentas e acessá-los sempre que estiver logado com mais facilidade. Para isso vá a Opções > Coisas pessoais > Sincronização > Personalizar.
Agora é possível sincronizar até mesmo os serviços de autocompletar do Chrome. Para configurar o processo, clique em Opções > Coisas pessoais > Opções de preenchimento automático e então preencha os campos que deseja transformar em autocompletáveis.
É possível inserir nome completo, nome da empresa, endereços, cidade, estado, CEP, país, telefone, fax e email, além de informações referentes ao cartão de crédito do usuário. Sincronizar essas informações é bom para quem utiliza computadores compartilhados que podem ter keyloggers instalados.

Outras melhorias

Por fim, você pode não perceber, mas versão estável do Chrome 10 ainda traz melhorias de performance na linguagem javascript através do avanço do motor V8. O programa ainda traz melhorias de interface, como a possibilidade de abrir menus de configurações em novas abas, em vez de caixas de diálogos.


Somente para: Linux
Tamanho: 27 MB
Download

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Supernatural: Card Game

Um ótimo jogo do sobrenatural
Encontrei o jogo do supernatural e resolvi postar ele aqui
e jogo contem as cartas e o manual
para mais informações www.supernaturalbrasil.org

Download do jogo e do manual:
Tamanho: 14 MB

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Ubuntu 11.04 Lançado! [Grátis Original]

O novo Ubuntu 11.04 chegou e está melhor do que nunca! Rápido, fácil e usado por milhões.


O que é o Ubuntu?


Ubuntu é um sistema operacional baseado em Linux desenvolvido pela comunidade e é perfeito para notebooks, desktops e servidores. Ele contém todos os aplicativos que você precisa - um navegador web, programas de apresentação, edição de texto, planilha eletrônica, comunicador instantâneo e muito mais.


Compromisso Ubuntu


  • O Ubuntu sempre será gratuito, e não cobrará adicionais por uma "versão enterprise" ou atualizações de segurança. Nosso melhor trabalho está disponível para todos sob as mesmas condições.


  • Uma nova versão do Ubuntu é lançada periodicamente a cada seis meses. Cada nova versão possui suporte completo, incluindo atualizações de segurança pela Canonical por pelo menos 18 meses, tudo isto gratuitamente.

  • O Ubuntu possui a melhor infraestrutura de tradução e acessibilidade que a comunidade do Software Livre tem a oferecer, tornando o Ubuntu usável por tantas pessoas quanto for possível.

  • O CD do Ubuntu possui apenas Software Livre, nós encorajamos você a usar software de código aberto, melhorá-lo e distribui-lo.

Requisitos pro sistema

  • Processador de 1 GHz x86 (Pentium 4 ou mais)

  • 512 MB de memória do sistema (RAM)

  • 5 GB de espaço no disco rígido

  • Placa gráfica e monitor capaz de 800x600

  • Uma unidade de CD / DVD ou uma porta USB (ou ambos)

  • Acesso à internet é útil


  • Formato: ISO
    Tamanho: 685 MB
    Download: Link Direto - Torrent

    terça-feira, 9 de agosto de 2011

    RealPlayer 11 - Linux


    Reproduza os formatos de vídeo mais utilizados atualmente através deste player.

    RealPlayer é um dos players mais completos do mercado atual e já está com sua décima versão (RealPlayer10) disponível para Linux. Reproduz diversos tipos de arquivos multimídia, desde os já conhecidos MP3s de longa data até tipos de arquivos mais novos, como o RMVB. Esta nova versão está totalmente traduzida para o português, facilitando o uso dos usuários brasileiros.

    Um player “quase” completo


    É muito comum que em meio às suas navegações você já tenha se deparado com algum arquivo multimídia, como o RMVB, que exigia que o RealPlayer estivesse instalado para poder ser executado. Pois bem, este player nasceu para difundir o seu formato, mas com o passar dos anos foi abrindo o seu leque de opções e permitindo que novos formatos fossem sendo adicionados ao seu repertório.


    Entretanto, para a plataforma Linux ainda existem problemas em relação a formatos conhecidos, como o .MOV e o .WMV. Podemos dizer que o RealPlayer10 foi praticamente abandonado neste sistema operacional, principalmente por não existirem mais atualizações no site oficial. O principal motivo para isso ter acontecido foi o fato que a versão para Linux do RealPlayer é baseada em outro player, chamado de Helix, que também não está sendo mais atualizado.

    O Formato RMVB

    RMVB é a abreviação para RealMedia Variable Bitrate, uma extensão de arquivos multimídia com a taxa de bits variável. Em média, cada arquivo em RMVB tem a metade do tamanho do que a de um vídeo em DivX/XviD, porém com qualidade semelhante. Tal formato provém do original RM (RealMedia) e sua tecnologia é capaz de variar a taxa de dados em relação à complexidade da imagem disposta em cada quadro.

    O principal fator que chama a atenção no arquivo RMVB é a sua taxa de compressão. Com esse novo formato, é possível que filmes inteiros de duas horas de duração sejam armazenados em menos de 300 MB, com qualidade aceitável.


    Sistema operacional: Linux X11
    Tamanho: 260 KB